quinta-feira, junho 23, 2011

Gostava mesmo que a minha cozinha fosse uma daquelas cozinhas dos programas de televisão, super equipadas e em que os ingredientes estão sempre à mão e é só abrir o frigorífico que está sempre tudo lá, desde os legumes mais esquisitos à fruta mais exótica e fora de época que seja possível imaginar. Mas, infelizmente, para conseguir ter essas coisas tenho de as ir comprar, o que me corta um bocado o esquema.
É só por causa disso que cada dia cá em casa não é um festim de iguarias. Só mesmo isso.

Estava toda maravilhada por ter descoberto que estes dois (Guillaume Canet e Marion Cotillard) andavam, quando me dou conta de que começaram há 5 anos atrás, e já têm filhos.
Daqui depreendo que o meu conhecimento do jet-set mundial anda pelas ruas da amargura.

quarta-feira, junho 15, 2011

Canções intemporais



Por mais que ouça versões desta música, não consigo gostar de nenhuma para além da original, nesta espécie de cântico/choro... E é assim que gosto de a ouvir, tal e qual como numa cassete do Zeca Afonso que para aqui anda, já gasta e com o som alterado de tão velhinha.

quarta-feira, junho 01, 2011

Coisas giras por cá


Ando assim sem muito tempo para passar por aqui.
Mas ainda tenho tempo para ver coisas giras e fazer um belo de um link.

Pois aqui vai ele.

quinta-feira, maio 26, 2011

As mãos repousadas no regaço tocam o tecido áspero da saia de fazenda grossa,
no silêncio escuro da solidão que enche a casa.
Os ponteiros do relógio ressoam insistentes. O ar frio da sala.

Trémula, a mão calejada
avança para o calendário preso na parede e desenha uma cruz a vermelho.
Falta menos um dia.

É já quase sábado.
Pensa um sorriso, as emoções abandonaram há já algum tempo o seu semblante,
exceptuando as lágrimas fugidias que por ele deslizam, nas tardes em que decide pegar
no envelope, já tão amassado, com fotografias a preto e branco de pessoas
com fatos de cerimónia
em poses cerimoniosas.

É já quase sábado.

É já quando:
o motor do carro a cortar o silêncio da rua
a porta do carro a fechar, enquanto os pequenos passos apressados
a campainha
e finalmente o sorriso largo
a pequena mão contra a sua
tantas histórias para ouvir
tantas palavras a espantar as teias de aranha, a semana longa, pesada e vazia
o luto carregado e as memórias dos que não partem
as horas e os compassos do tempo só

É já quase vida.

É já quase sábado.

domingo, maio 22, 2011

Só para dizer que só hoje é que vi o programa "Último a sair" e que me fartei de rir.

sexta-feira, maio 20, 2011




Tenho um professor este semestre que tem esta expressividade emocional.
Muito boa pessoa, mas em termos de expressividade, é muito fraquinho.

quinta-feira, maio 19, 2011

terça-feira, maio 17, 2011

Strauss-Kahn é um óptimo nome para um gato.
"Strauss-Kahn, venez ici.
Kitty, kitty, kitty"

Assim como assim, ninguém lhes consegue pôr trela.

quarta-feira, maio 04, 2011



Há uns tempos, alguém me dizia que eu só gostava de músicas tristes.

Agora, começo a dar-lhe razão.


(Esta música foi escrita pelo Paul McCartney para o John Lennon, quando ele morreu)