Este concerto deve ser tão tão bom...
(... may(be) not..) "Seremos nós neste mundo apenas canetas com tinta com que alguém escreve a valer o que nós aqui traçamos?" Álvaro de Campos
domingo, abril 12, 2015
sábado, abril 11, 2015
quarta-feira, abril 08, 2015
sábado, março 28, 2015
Já cantavam os Air: "biological"...
(foto: www.tapasnalingua.com)
Das coisas que mais gosto ao fim-de-semana, quando posso, é ir ao mercado municipal comprar legumes e fruta. E a felicidade que me dá, andar entre as bancas a escolhê-los, a namorar as suas cores, a ser inundada pelos cheiros... E chegar a casa com um saco de morangos lindos, vermelhos, e super saborosos!
quinta-feira, março 19, 2015
Chegamos ao quarto e deparamo-nos com um senhor de 70 anos tetraparético, caquético, emagrecido, com traqueostomia, sem reação... O que há a fazer? Muito pouco...
À saída, cruzamo-nos com o filho.
"Eu pelo meu pai vou aonde tiver que ir. Digam-me o que faço! É para ir a outro país? É pelo dinheiro? Não quero saber de nada disso, eu não vou desistir do meu pai. Nunca vou desistir deste homem."
Saímos de lá com um nó na garganta e uma sensação de impotência.
E pensar que amanhã é dia do Pai e este senhor é capaz de já não o ter...
À saída, cruzamo-nos com o filho.
"Eu pelo meu pai vou aonde tiver que ir. Digam-me o que faço! É para ir a outro país? É pelo dinheiro? Não quero saber de nada disso, eu não vou desistir do meu pai. Nunca vou desistir deste homem."
Saímos de lá com um nó na garganta e uma sensação de impotência.
E pensar que amanhã é dia do Pai e este senhor é capaz de já não o ter...
segunda-feira, março 16, 2015
terça-feira, março 03, 2015
Hoje passo por aqui muito rapido, so para deixar um link
"Há quem defenda que pensar muito, ou demais, é prejudicial à
felicidade. Alain de Botton pensa exatamente o contrário. E é feliz, ou
pelo menos aparenta.
Ateu, Botton escreve livros em que os ensinamentos da filosofia substituem o consolo que muitas pessoas encontram na religião. Na verdade, isso foi apenas o começo, porque os últimos livros deste suíço radicado em Londres tentam demonstrar como as viagens, a arquitetura, e mesmo as notícias (sim, as notícias), podem tornar a nossa vida mais feliz, ou pelo menos mais interessante.
Os seus livros são difíceis de classificar, e tanto se encontram nas estantes de auto-ajuda, como nas de manuais práticos (tipo “a felicidade para idiotas”), ou nas de ensaios, ou mesmo de filosofia.
Nos últimos anos, a par do livros, criou uma escola (The School of Life), na qual ensina os mesmos princípios.
E foi dessa escola que nasceu… um livro: The Book of Life (O Livro da Vida). Este livro apenas tem existência online e nunca está verdadeiramente escrito, já que os capítulos são sendo acrescentados e modificados.
No fundo, o livro segue a mesma orientação de tudo o que Button faz: fornece informação (cultura, se quisermos) para que, através do conhecimento e da reflexão, possamos melhorar as nossas vidas. Sim, isto soa à “banha da cobra” de certas obras de auto-ajuda, mas Botton não nos promete nenhuma salvação, nem nenhuma magia. Apenas nos propõe que tornemos a nossa vida mais rica, que o resto virá depois.
Os capítulos versam sobre o quotidiano, a profissão, os relacionamentos e toda a cultura geral. Além dos textos, há alguns vídeos bem interessantes, como por exemplo sobre os filósofos da Grécia antiga."
http://www.thebookoflife.org/
Se bem que isto vai contra a minha filosofia, que é a de quem pensa muito geralmente faz é mais asneira :P
Ateu, Botton escreve livros em que os ensinamentos da filosofia substituem o consolo que muitas pessoas encontram na religião. Na verdade, isso foi apenas o começo, porque os últimos livros deste suíço radicado em Londres tentam demonstrar como as viagens, a arquitetura, e mesmo as notícias (sim, as notícias), podem tornar a nossa vida mais feliz, ou pelo menos mais interessante.
Os seus livros são difíceis de classificar, e tanto se encontram nas estantes de auto-ajuda, como nas de manuais práticos (tipo “a felicidade para idiotas”), ou nas de ensaios, ou mesmo de filosofia.
Nos últimos anos, a par do livros, criou uma escola (The School of Life), na qual ensina os mesmos princípios.
E foi dessa escola que nasceu… um livro: The Book of Life (O Livro da Vida). Este livro apenas tem existência online e nunca está verdadeiramente escrito, já que os capítulos são sendo acrescentados e modificados.
No fundo, o livro segue a mesma orientação de tudo o que Button faz: fornece informação (cultura, se quisermos) para que, através do conhecimento e da reflexão, possamos melhorar as nossas vidas. Sim, isto soa à “banha da cobra” de certas obras de auto-ajuda, mas Botton não nos promete nenhuma salvação, nem nenhuma magia. Apenas nos propõe que tornemos a nossa vida mais rica, que o resto virá depois.
Os capítulos versam sobre o quotidiano, a profissão, os relacionamentos e toda a cultura geral. Além dos textos, há alguns vídeos bem interessantes, como por exemplo sobre os filósofos da Grécia antiga."
http://www.thebookoflife.org/
Se bem que isto vai contra a minha filosofia, que é a de quem pensa muito geralmente faz é mais asneira :P
segunda-feira, fevereiro 23, 2015
quinta-feira, fevereiro 19, 2015
domingo, fevereiro 01, 2015
Hoje lembrei-me daqueles jogos de criança, quando se joga aos tiros, e invariavelmente quando alguém morre grita um sofrido "Morri!" bem alto, e põe a língua de fora. Só para não deixar dúvidas que, de fato, se morreu.
Era tão bom que na vida real fosse assim também. Tornava as verificações de óbito muito mais fáceis. Era só estarmos na nossa vidinha sossegadinhos, e depois quando alguém lá lhe desse para bater as botas, avisar-nos-ia lá do fundo do corredor com um vívido "Ai! Morri!" (vívido morri...get it?) e nós chegávamos lá descansadinhos, constatávamos que a pessoa em questão tinha a língua apropriadamente de fora, e dizíamos "pois é, sim senhor".
É claro que isto daria azo a alguns percalços, como por exemplo darmos por morta uma senhora e depois, vai-se a ver, coitada, só tinha adormecido com um caramelo preso na dentadura.
O meu humor anda meio mórbido, não anda?
Era tão bom que na vida real fosse assim também. Tornava as verificações de óbito muito mais fáceis. Era só estarmos na nossa vidinha sossegadinhos, e depois quando alguém lá lhe desse para bater as botas, avisar-nos-ia lá do fundo do corredor com um vívido "Ai! Morri!" (vívido morri...get it?) e nós chegávamos lá descansadinhos, constatávamos que a pessoa em questão tinha a língua apropriadamente de fora, e dizíamos "pois é, sim senhor".
É claro que isto daria azo a alguns percalços, como por exemplo darmos por morta uma senhora e depois, vai-se a ver, coitada, só tinha adormecido com um caramelo preso na dentadura.
O meu humor anda meio mórbido, não anda?
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