(... may(be) not..) "Seremos nós neste mundo apenas canetas com tinta com que alguém escreve a valer o que nós aqui traçamos?" Álvaro de Campos
sábado, junho 29, 2013
Aquele momento...
... em que nos apercebemos que aquele doente que acabaram de internar no serviço de Psiquiatria é nosso vizinho.
segunda-feira, junho 24, 2013
sábado, junho 15, 2013
Podem ser vídeos um bocado sentimentalões
... com a musiquinha de fundo a puxar a lágrima e tudo, mas fico feliz em ver que há gente assim :)
quarta-feira, junho 05, 2013
Coisas do mundo
- É de mim, ou esta notícia está dada de uma forma um tanto ou quanto estúpida? Por momentos fiquei confusa sobre se estaria a ler o Correio da Manhã ou o Público...
- Dizem que este Verão vai ser o mais frio dos últimos 200 anos, por mim está tudo bem, venha ele! (para estar fechada em casa a estudar tanto me dá se chove granizo ou se estão 30 graus à sombra)
- Há dias em que acordamos com uma música na cabeça, sem motivo aparente, e em que a cantarolamos insistentemente. Esta semana, comigo, tem sido esta:
E com isto vos deixo voltar às vossas vidas, desculpem lá qualquer coisinha.
- Dizem que este Verão vai ser o mais frio dos últimos 200 anos, por mim está tudo bem, venha ele! (para estar fechada em casa a estudar tanto me dá se chove granizo ou se estão 30 graus à sombra)
- Há dias em que acordamos com uma música na cabeça, sem motivo aparente, e em que a cantarolamos insistentemente. Esta semana, comigo, tem sido esta:
E com isto vos deixo voltar às vossas vidas, desculpem lá qualquer coisinha.
terça-feira, maio 28, 2013
terça-feira, maio 21, 2013
Se há coisa de que vou sentir saudades quando sair desta casa que me acolheu durante 6 anos de curso vão ser as festas que fazíamos, de porta aberta, em que as pessoas vão entrando e saindo, em que havia sempre alguém amigo de amigo de amigo que aparecia de novo, as noites sem saber onde acabavam, a liberdade dos dias e de planos, os desastres que aconteciam de vez em quando (os bombeiros, a polícia, as inundações e as galinhas soltas na rua, os frigoríficos esfaqueados, ficar sem luz, sem água, sem porta, as 4 ou 5 vezes que ficamos fechadas fora de casa), os vizinhos e as vizinhas da nossa idade - e as suas festas-, as descompensações partilhadas em altura de exames, as manhãs de ressaca, as manhãs de neura e as noites de bebedeira partilhadas, tudo isso.
Ainda nem saí e já tenho saudades.
Ainda nem saí e já tenho saudades.
sexta-feira, maio 03, 2013
E como a hora é de despedida...
começam-se a lembrar alguns dos fados mais bonitos de Coimbra.
Caramba, cheguei aqui com 18 anos, saio daqui com 24! Tanta coisa se passou...
sábado, abril 20, 2013
Por cá esteve-se muito bem, obrigada
Tese defendida, sensação de dever cumprido, as coisas correm bem, falta menos de 3 meses para acabar o curso. Ainda não percebi bem o que isso me faz sentir, mas pelo menos a consciência está tranquila.
É uma página que estou prestes a virar...
quarta-feira, abril 17, 2013
Conversas da enfermaria de Medicina Interna
Senhora velhinha acamada vira-se para mim e diz toda vivaça "Oh, já viu como o tempo está? (nublado) Como estava ontem (com sol) e como está hoje...". Ao que eu respondo com um "Pois é, realmente" e etc.
A páginas tantas, alguns minutos depois, retomo a conversa:
"Que chatice, ontem um céu tão bonito e hoje assim, um céu cinzento..." Ao vê-la muito espantada a olhar para mim, com cara de interrogação, continuo "Então, não viu como estava o tempo ontem, não olhou pela janela?"
Resposta: "Não, parece que não...".
A páginas tantas, alguns minutos depois, retomo a conversa:
"Que chatice, ontem um céu tão bonito e hoje assim, um céu cinzento..." Ao vê-la muito espantada a olhar para mim, com cara de interrogação, continuo "Então, não viu como estava o tempo ontem, não olhou pela janela?"
Resposta: "Não, parece que não...".
sábado, abril 06, 2013
Boys will be boys
É certinho, não há dia chuvoso em que não se veja uns quantos rapazes a correr à chuva, encharcados, porque foram "surpreendidos" pelos aguaceiros "inesperados" (embora já fosse mais do que sabido que nesse dia ia chover torrencialmente).
É um fenómeno estranho, como se houvesse pólos magnéticos invisíveis entre o cabo do guarda-chuva e as mãos deles, que se repelem mutuamente, sendo que o fenómeno se intensifica com o teor de humidade do ar, e sendo diretamente proporcional à probabilidade de precipitação do dia. Alguém havia de fazer uma função com isto. Ou um modelo matemático, sei lá.
É um fenómeno estranho, como se houvesse pólos magnéticos invisíveis entre o cabo do guarda-chuva e as mãos deles, que se repelem mutuamente, sendo que o fenómeno se intensifica com o teor de humidade do ar, e sendo diretamente proporcional à probabilidade de precipitação do dia. Alguém havia de fazer uma função com isto. Ou um modelo matemático, sei lá.
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